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CIRURGIA ORAL · SÃO PAULO

Extração do dente do siso em São Paulo

Avaliação, planejamento e cuidado cirúrgico para a remoção do siso.

Avaliação do terceiro molar Indicação individual
Anatomia Posição, raízes e estruturas próximas
Planejamento cirúrgico Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial
Conforto durante o atendimento Sedação consciente quando indicada
extração do dente siso em são paulo
AVALIAÇÃO DO TERCEIRO MOLAR

Ter um dente do siso
não significa que ele precisa ser removido.

A indicação para extração do terceiro molar é individual. Antes de decidir pela cirurgia, é preciso avaliar como o dente está posicionado, as condições dos tecidos ao redor, sua relação com os dentes vizinhos e se existem alterações clínicas ou identificadas nos exames.

UMA POSSIBILIDADE Acompanhar

Quando a avaliação não identifica indicação para remoção, o acompanhamento odontológico permite observar o siso e possíveis mudanças ao longo do tempo.

A DECISÃO ESTÁ AQUI AVALIAÇÃO
QUANDO HÁ INDICAÇÃO Extrair

A remoção pode ser considerada quando as condições encontradas indicam que manter o terceiro molar representa um problema atual ou um risco relevante para a saúde bucal.

O QUE É AVALIADO

A decisão não depende
de um único sinal.

O terceiro molar é analisado dentro do contexto clínico do paciente. Diferentes informações se combinam para determinar se o acompanhamento ou a remoção é a conduta mais adequada.

POSIÇÃO

Como o siso está localizado e sua relação com a região ao redor.

ESPAÇO

As condições disponíveis para a presença e o posicionamento do terceiro molar.

HIGIENE

A possibilidade de manter adequadamente limpa a região do dente e os tecidos próximos.

TECIDOS AO REDOR

A condição da gengiva e das estruturas relacionadas ao terceiro molar.

DENTE VIZINHO

A relação do siso com o segundo molar e possíveis repercussões nessa região.

SINTOMAS E HISTÓRICO

Dor, episódios inflamatórios e outras alterações relatadas ou identificadas.

DOR
ÚNICO CRITÉRIO

Não sentir dor não substitui
a avaliação do siso.

Alguns problemas podem provocar sintomas, enquanto outras alterações podem ser identificadas durante o exame clínico ou nos exames de imagem. Da mesma forma, a presença do siso, isoladamente, não determina que ele deva ser extraído.

ANTES DE PENSAR NA CIRURGIA

A primeira pergunta não é “quando tirar o siso?”, mas “este siso tem indicação para ser removido?”

ANATOMIA • DIAGNÓSTICO • CIRURGIA

O que não aparece
no sorriso pode mudar a cirurgia.

O terceiro molar pode estar completamente erupcionado, parcialmente erupcionado ou permanecer incluso. Mas essa classificação é apenas o começo: posição, angulação, raízes e relação com estruturas próximas também fazem parte do planejamento cirúrgico.

PRIMEIRA LEITURA

Onde está
esse siso?

ERUPCIONADO Visível na
cavidade oral

O dente rompeu os tecidos e está presente na boca. Mesmo assim, sua posição, higiene e relação com estruturas vizinhas continuam fazendo parte da avaliação.

PARCIALMENTE ERUPCIONADO Apenas parte do dente
está exposta

Uma parte do terceiro molar está visível, enquanto outra permanece recoberta por tecidos. A condição da região precisa ser analisada clinicamente.

INCLUSO Permanece dentro
dos tecidos

O siso não está normalmente exposto na cavidade oral. Sua localização e relação com a anatomia da região são avaliadas com auxílio dos exames indicados.

Saber se o siso está erupcionado ou incluso não encerra a avaliação.

LEITURA CIRÚRGICA

A anatomia revela
o que precisa ser planejado.

Antes da extração, a avaliação procura compreender como o terceiro molar está relacionado às estruturas da região. Essa leitura ajuda a definir a estratégia para cada cirurgia.

POSIÇÃO

Onde o terceiro molar está localizado e como se apresenta na região.

ANGULAÇÃO

A direção do dente e sua relação espacial com os elementos próximos.

RAÍZES

Características radiculares observadas nos exames utilizados para o planejamento.

OSSO

A relação do dente com a estrutura óssea que o envolve.

DENTE VIZINHO

A proximidade e a relação do terceiro molar com o segundo molar.

ESTRUTURAS ANATÔMICAS

A proximidade com estruturas anatômicas relevantes da região também precisa ser considerada no planejamento da cirurgia.

DO EXAME À CIRURGIA

A imagem mostra.
A interpretação orienta.

EXAME CLÍNICO Observar

Avaliação da boca, dos tecidos, dos sintomas e das condições clínicas da região.

EXAMES DE IMAGEM Visualizar

Quando indicados, complementam a avaliação da posição do siso e de sua relação com a anatomia.

INTERPRETAÇÃO Compreender

As informações clínicas e de imagem são analisadas em conjunto, e não como dados isolados.

PLANEJAMENTO Definir

A estratégia cirúrgica é estabelecida de acordo com as características daquele terceiro molar.

PLANEJAMENTO CIRÚRGICO

Dra. Patrícia
G. Kovacs

FORMAÇÃO APLICADA À CIRURGIA
Cirurgia e Traumatologia
Bucomaxilofacial
Anatomia Cirúrgica
da Face

Na avaliação do siso, o conhecimento da anatomia cirúrgica participa diretamente da leitura do caso e do planejamento da abordagem a ser utilizada.

ANTES DA REMOÇÃO

Cirurgia não começa quando o dente é removido. Começa pela compreensão da anatomia e pelo planejamento do caso.

A CIRURGIA

Da avaliação à remoção:
cada siso exige uma estratégia.

A extração do siso não acontece da mesma maneira em todos os pacientes. A posição do dente, sua anatomia e as características identificadas durante o planejamento orientam a abordagem cirúrgica para cada caso.

MESMO OBJETIVO
REMOVER O SISO ABORDAGENS DIFERENTES

Um terceiro molar erupcionado pode exigir uma abordagem diferente daquela necessária para um dente parcialmente erupcionado ou incluso. Por isso, a técnica é definida a partir das características encontradas no caso.

COMO A CIRURGIA É CONDUZIDA

Existe uma sequência.
A execução é individual.

ANTES Avaliação
e exames

As informações clínicas e os exames indicados orientam o planejamento da cirurgia.

ESTRATÉGIA Planejamento
cirúrgico

A abordagem é definida considerando a posição e as características anatômicas do siso.

INÍCIO Anestesia
local

A região que será operada recebe anestesia local antes do início do procedimento cirúrgico.

CIRURGIA Acesso e
remoção

O acesso à região e a forma de remoção são determinados pelas características daquele dente.

FINALIZAÇÃO Cuidados com
a região

Após a remoção, a área operada é avaliada e a sutura é realizada quando necessária.

DEPOIS Orientações
pós-operatórias

O paciente recebe as orientações correspondentes ao procedimento realizado e ao seu caso.

POR QUE A CIRURGIA PODE MUDAR?

Nem todo siso oferece
o mesmo acesso cirúrgico.

Em alguns casos, o dente está acessível na cavidade oral. Em outros, parte ou todo o terceiro molar permanece recoberto por tecidos ou estrutura óssea.

MAIS EXPOSTO Erupcionado
MENOS EXPOSTO Incluso

A forma como o dente se apresenta é uma das informações utilizadas para planejar o acesso e a remoção. A complexidade não deve ser definida apenas pela aparência do siso na boca.

UMA DÚVIDA FREQUENTE

É preciso retirar
todos os sisos de uma vez?

NÃO EXISTE UMA REGRA ÚNICA

A presença de vários terceiros molares não significa, por si só, que todos precisem ser removidos nem que devam ser extraídos na mesma cirurgia.

O planejamento considera quais dentes possuem indicação para remoção, as características de cada siso, a extensão do procedimento e as condições clínicas do paciente.

O PLANEJAMENTO PODE ENVOLVER
UM SISO

Quando a indicação e a estratégia cirúrgica estão concentradas naquele terceiro molar.

OU
MAIS DE UM SISO

Quando existe indicação e o planejamento prevê a realização das extrações dentro da mesma abordagem.

UMA CIRURGIA PLANEJADA PARA O CASO

O nome do procedimento pode ser o mesmo: extração do siso. A estratégia utilizada para realizá-lo depende das características de cada terceiro molar.

CONFORTO DURANTE A CIRURGIA

O controle da dor e
o controle da ansiedade não são a mesma coisa.

Na extração do siso, anestesia local e sedação consciente têm funções diferentes. Compreender essa diferença é especialmente importante para quem associa a cirurgia odontológica a medo, ansiedade ou dificuldade para permanecer tranquilo durante o atendimento.

CONTROLE DA SENSIBILIDADE

Anestesia
local

É utilizada para anestesiar a região onde será realizado o procedimento, permitindo que a cirurgia seja conduzida com controle da sensibilidade dolorosa na área tratada.

DURANTE A CIRURGIA
DO SISO
CONTROLE DA ANSIEDADE

Sedação
consciente

Quando indicada, pode ser utilizada para favorecer relaxamento e reduzir a ansiedade durante o atendimento, enquanto o paciente permanece consciente e responsivo.

ANESTESIA Região
operada
SEDAÇÃO Ansiedade
e relaxamento
FUNÇÕES DIFERENTES

A sedação não substitui a anestesia local. Quando ambas são indicadas, cada uma participa do atendimento com uma finalidade diferente.

ALÉM DA ANATOMIA

O medo também pode
fazer parte do planejamento.

Para algumas pessoas, a dificuldade não está apenas no procedimento cirúrgico. A expectativa da cirurgia, experiências odontológicas anteriores ou a própria ansiedade podem tornar o atendimento mais difícil.

MEDO
ANSIEDADE
TOLERABILIDADE
PLANEJAMENTO

Essas informações podem ser conversadas antes da cirurgia. Quando houver indicação, a possibilidade de sedação consciente pode ser avaliada como parte da condução do atendimento.

UMA POSSIBILIDADE N₂O ÓXIDO NITROSO
SEDAÇÃO CONSCIENTE

Relaxamento sem transformar
a cirurgia em “sono”.

Na sedação consciente com óxido nitroso (N₂O), o gás é administrado por inalação junto com oxigênio. O objetivo é favorecer relaxamento e reduzir a ansiedade, mantendo o paciente consciente e capaz de responder durante o atendimento.

A indicação é individual e depende da avaliação clínica do paciente e do procedimento.

Entenda a sedação consciente com óxido nitroso
CIRURGIA + SEDAÇÃO

Duas áreas que se encontram
no mesmo atendimento.

DRA. PATRÍCIA G. KOVACS
Cirurgia e Traumatologia
Bucomaxilofacial
Sedação
Consciente

Na extração do siso, o planejamento pode considerar tanto os aspectos cirúrgicos quanto a forma como o paciente vivencia o procedimento.

BLOG PGK

Qual é a diferença entre
anestesia e sedação?

Entenda por que os dois recursos têm objetivos diferentes durante o atendimento odontológico.

ANTES DA CIRURGIA

Se existe medo ou ansiedade, essa informação faz parte da avaliação. Ela não precisa aparecer somente quando o procedimento já começou.

DEPOIS DA EXTRAÇÃO

A cirurgia termina. O cuidado continua.

A recuperação após a extração do siso não é idêntica para todos os pacientes. A extensão da cirurgia, a posição do dente, a resposta individual do organismo e os cuidados pós-operatórios podem influenciar a evolução nos dias seguintes.

RECUPERAÇÃO

Não existe um único prazo que descreva todos os casos. Mais importante do que comparar a recuperação com a de outra pessoa é observar a evolução do próprio pós-operatório e seguir as orientações recebidas.

UMA RECUPERAÇÃO EM ETAPAS

O pós-operatório
muda com o tempo.

PRIMEIRAS HORAS

Proteger a região
que acabou de ser operada.

O período imediatamente após a cirurgia exige atenção às orientações fornecidas para o caso. Alimentação, higiene da região e demais cuidados devem respeitar o procedimento realizado.

PRIMEIROS DIAS

Observar como o
organismo está respondendo.

Edema, sensibilidade e limitação para abrir a boca podem ocorrer após uma cirurgia de siso. A intensidade e a duração dessas manifestações variam conforme o procedimento e o paciente.

EVOLUÇÃO

A tendência esperada é
acompanhar a recuperação.

O acompanhamento da evolução permite verificar como a região está cicatrizando e identificar situações que eventualmente precisem de nova avaliação profissional.

NO PÓS-OPERATÓRIO

Pequenos cuidados
protegem uma etapa importante.

As recomendações específicas devem ser definidas pela dentista de acordo com a cirurgia realizada. De forma geral, alguns pontos fazem parte das orientações pós-operatórias após a extração do siso.

ALIMENTAÇÃO

A escolha e a consistência dos alimentos podem precisar ser adaptadas durante o período inicial da recuperação.

HIGIENE

A higiene bucal continua importante, respeitando as orientações para não traumatizar a área operada.

MEDICAÇÃO

Quando houver prescrição, os medicamentos devem ser utilizados conforme a orientação profissional.

ATIVIDADES

A retomada das atividades deve considerar a extensão do procedimento e as recomendações recebidas para aquele pós-operatório.

ACOMPANHAMENTO

Quando indicado, o retorno permite avaliar a evolução da área operada e realizar os cuidados necessários.

OBSERVAR A EVOLUÇÃO

Uma coisa é ter sintomas
depois da cirurgia.
Outra é perceber que algo mudou.

PODE FAZER PARTE DO PÓS-OPERATÓRIO
Edema Sensibilidade Desconforto Limitação de abertura

A presença dessas manifestações deve ser interpretada considerando a cirurgia realizada, sua intensidade e sua evolução.

O QUE IMPORTA É A EVOLUÇÃO

Sintomas que se tornam intensos, apresentam piora inesperada ou causam preocupação ao paciente merecem contato com a equipe responsável pela cirurgia para orientação e, quando necessário, nova avaliação.

CONTATO
NÃO É PRECISO TENTAR DECIDIR SOZINHO

Se algo no pós-operatório
preocupa você, pergunte.

Sangramento que preocupa, dor que se intensifica em vez de melhorar, aumento importante do inchaço, febre, dificuldade relevante para engolir ou respirar, ou qualquer alteração inesperada justificam contato com o profissional responsável.

Dificuldade para respirar requer avaliação médica imediata.
CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA BUCOMAXILOFACIAL

Planejar a cirurgia também significa
pensar no que acontece depois dela.

Na avaliação para extração do siso, o planejamento não se limita ao momento da remoção. As características do procedimento também orientam os cuidados e o acompanhamento pós-operatório.

DRA. PATRÍCIA G. KOVACS Cirurgia e Traumatologia
Bucomaxilofacial
CIRURGIA + RECUPERAÇÃO

O pós-operatório não é um detalhe posterior à extração. Ele faz parte do planejamento da cirurgia.

DÚVIDAS SOBRE O SISO

Antes da extração, algumas perguntas merecem resposta.

A necessidade de remover um dente do siso depende da avaliação de cada caso. Posição do dente, espaço disponível, sintomas, relação com estruturas próximas e condições dos tecidos ao redor ajudam a orientar a decisão.

01

Todo dente do siso precisa ser extraído?

Não. A presença do dente do siso, por si só, não determina a necessidade de extração. A indicação depende da avaliação clínica e, quando necessário, de exames de imagem para analisar sua posição, condições de erupção, tecidos ao redor e relação com dentes e estruturas anatômicas próximas.

02

Quando a extração do siso pode ser indicada?

A remoção pode ser considerada quando existem problemas associados ao dente, como episódios inflamatórios ou infecciosos, dificuldade de higiene, alterações nos tecidos ao redor, comprometimento do dente vizinho ou outras condições identificadas durante a avaliação. A indicação é individual.

03

O que significa siso incluso ou impactado?

São termos utilizados para descrever situações em que o terceiro molar não consegue ocupar normalmente sua posição na boca ou permanece parcial ou totalmente retido. A posição do dente e sua relação com as estruturas próximas são avaliadas para definir a conduta adequada.

04

É possível retirar os quatro sisos de uma vez?

Em alguns casos, mais de um dente do siso pode ser removido na mesma sessão. A decisão depende da posição dos dentes, da complexidade prevista para as extrações, das condições clínicas do paciente e do planejamento cirúrgico. Nem todos os casos precisam seguir a mesma estratégia.

05

A extração do siso dói?

A cirurgia é realizada com anestesia local para controlar a sensibilidade dolorosa na região operada. Depois do procedimento, podem ocorrer desconforto, sensibilidade e edema em diferentes intensidades. O controle pós-operatório é orientado de acordo com o procedimento realizado e as necessidades de cada paciente.

06

Posso fazer a extração do siso com sedação?

Quando houver indicação, a sedação consciente pode ser avaliada para favorecer relaxamento e reduzir a ansiedade durante o atendimento. Ela não substitui a anestesia local e sua indicação depende da avaliação clínica do paciente e do procedimento.

07

Quanto tempo leva para se recuperar da extração do siso?

O tempo de recuperação varia conforme a extensão da cirurgia, a posição do dente e a resposta individual do organismo. Edema, sensibilidade e alguma limitação para abrir a boca podem ocorrer nos primeiros dias. A evolução deve ser acompanhada de acordo com as orientações fornecidas para o caso.

08

Quais exames podem ser necessários antes da cirurgia?

A necessidade de exames é definida durante a avaliação. Exames de imagem podem ser utilizados para analisar a posição do siso, suas raízes e a relação com dentes e estruturas anatômicas próximas. Dependendo do caso, o profissional pode solicitar exames complementares para ampliar o planejamento cirúrgico.

UMA RESPOSTA NÃO SERVE PARA TODOS OS SISOS
AVALIAÇÃO INDIVIDUAL

A pergunta não é apenas “preciso tirar o siso?”. É preciso entender qual é a situação daquele dente, quais estruturas estão próximas e qual conduta faz sentido para aquele paciente.

EXTRAÇÃO DO SISO • SÃO PAULO

Antes de remover o siso,
é preciso entender onde ele está.

A posição do dente, a anatomia das raízes e a relação com estruturas próximas ajudam a definir a abordagem cirúrgica. Por isso, a extração começa antes da cirurgia: com avaliação, exames quando necessários e planejamento individual.

PRECISA AVALIAR UM DENTE DO SISO?

Comece pelo planejamento.

Agendar avaliação
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